"Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das conseqüências."
Pablo Neruda
MINISTÉRIO GRAÇA E RESTAURAÇÃO
Somos parte da Igreja Cristã, corpo universal de Jesus Cristo. O nosso chamado é para glorificar a Deus, e alargar as fronteiras do seu reino nesta terra. E onde estivermos, queremos impactar as vidas com o poder transformador do Evangelho de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo.
quinta-feira, 22 de março de 2012
terça-feira, 27 de julho de 2010
Declínio do cristianismo: A saga de uma religião
“A adversidade é um trampolim para a maturidade”. C. C. Colton
Leia Gn. 3.1-24 e conheça o início de toda a tragédia caótica da humanidade:
A crise do cristianismo não se dá como um ataque frontal ou como repressão às crenças religiosas. Ao invés disso, ela se apresenta na forma das últimas filosofias da moda oferecendo felicidade, vida saudável, mais educação e até mais espiritualidade.
Transformaram a fé do povo em objeto de exploração e consignaram a espiritualidade à mercê das bolsas de valores à maneira do capitalismo. Todavia, a intenção dessa vez é a riqueza e o crescimento exagerado da classe eclesiástica dominante.
A Igreja foi traída e enganada não por homens santos e comprometidos com o Senhor (esses são a Igreja), mas por lideres amantes de si mesmos e que se entregaram à corrida atrás da fama, da cobiça, do status e do conforto material.
Só o Espírito Santo (por ser onisciente) é capaz de distinguir quem é fiel e quem é falso nesse corpo chamado cristianismo pós-moderno. Até os eleitos de Deus estão sujeitos a serem atingidas por essa avalanche de corrupções espirituais e distorções hermenêuticas sob a influência e a força política e eclesiástica.
Primeira causa: o vírus do pecado
Sem dúvida alguma, a primeira causa é o vírus do pecado, pois todas as pessoas já nascem participando dele em sua constituição bio-psico-espiritual. “Quando os homens pensam que são como os deuses, geralmente são muito menos que homens”, D. H. Lawrence.
O pecado original que importa na ordem da privação do sobrenatural (que seria o único fim humano efetivo), se tornou a última gota que encheu o limite e ultrapassou o horizonte da liberdade e da obediência.
Não precisamos de muitos argumentos para provar que a espécie humana é a pior de todas da face da Terra. Ser imagem de Deus não significa que a perfeição seja algo interno. Pelo contrário, a queda caracterizou a própria desorientação do desejo. O que não presta está sempre na moda, mas o que é bom cai facilmente em desuso e sai da lembrança.
O povo acostumado com as mazelas do pecado tem dificuldade para se adaptar à santidade de Cristo. Aliás, muitos “cristãos” permanecem firmes nas igrejas sem nunca se converter de verdade ao Senhor.
A crise da desobediência está introjetada na alma do homem como uma leucemia espiritual, de tal forma que o pior se torna doce e o melhor é amargo e indesejável! Confira Is. 5.20.
Leia Gn. 3.1-24 e conheça o início de toda a tragédia caótica da humanidade:
A crise do cristianismo não se dá como um ataque frontal ou como repressão às crenças religiosas. Ao invés disso, ela se apresenta na forma das últimas filosofias da moda oferecendo felicidade, vida saudável, mais educação e até mais espiritualidade.
Transformaram a fé do povo em objeto de exploração e consignaram a espiritualidade à mercê das bolsas de valores à maneira do capitalismo. Todavia, a intenção dessa vez é a riqueza e o crescimento exagerado da classe eclesiástica dominante.
A Igreja foi traída e enganada não por homens santos e comprometidos com o Senhor (esses são a Igreja), mas por lideres amantes de si mesmos e que se entregaram à corrida atrás da fama, da cobiça, do status e do conforto material.
Só o Espírito Santo (por ser onisciente) é capaz de distinguir quem é fiel e quem é falso nesse corpo chamado cristianismo pós-moderno. Até os eleitos de Deus estão sujeitos a serem atingidas por essa avalanche de corrupções espirituais e distorções hermenêuticas sob a influência e a força política e eclesiástica.
Primeira causa: o vírus do pecado
Sem dúvida alguma, a primeira causa é o vírus do pecado, pois todas as pessoas já nascem participando dele em sua constituição bio-psico-espiritual. “Quando os homens pensam que são como os deuses, geralmente são muito menos que homens”, D. H. Lawrence.
O pecado original que importa na ordem da privação do sobrenatural (que seria o único fim humano efetivo), se tornou a última gota que encheu o limite e ultrapassou o horizonte da liberdade e da obediência.
Não precisamos de muitos argumentos para provar que a espécie humana é a pior de todas da face da Terra. Ser imagem de Deus não significa que a perfeição seja algo interno. Pelo contrário, a queda caracterizou a própria desorientação do desejo. O que não presta está sempre na moda, mas o que é bom cai facilmente em desuso e sai da lembrança.
O povo acostumado com as mazelas do pecado tem dificuldade para se adaptar à santidade de Cristo. Aliás, muitos “cristãos” permanecem firmes nas igrejas sem nunca se converter de verdade ao Senhor.
A crise da desobediência está introjetada na alma do homem como uma leucemia espiritual, de tal forma que o pior se torna doce e o melhor é amargo e indesejável! Confira Is. 5.20.
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